Pastor cobra posicionamento do ‘papa argentino’ sobre projeto pró-aborto

Pastor cobra posicionamento do ‘papa argentino’ sobre projeto pró-aborto


Um projeto de lei para legalização do aborto na Argentina, proposto pelo presidente do país, foi votado e aprovado pelos deputados. O texto, que deverá ser apreciado pelo Senado, prevê que a interrupção da gravidez pode ser feita legalmente até a 14ª semana de gestação, e o papa Francisco está sendo cobrado sobre o tema.

Há dois anos, uma proposta semelhante havia sido aprovada pelos deputados, mas rejeitada no Senado. Agora, o presidente Alberto Fernández, aproveitou o cenário de pandemia – que por impor restrições às reuniões, limita do debate – e apresentou a proposta novamente, que terminou aprovada por 131 votos a favor e 117 contrários.

O papa Francisco, argentino, líder máximo da Igreja Católica – contrária à prática do aborto por uma questão de princípios bíblicos e de defesa da vida – foi cobrado nas redes sociais a se posicionar sobre a situação em seu país. Antes do pontificado, o cardeal Jorge Mario Bergoglio colecionou relações com políticos de esquerda em seu país, e recebeu o atual presidente para uma audiência meses atrás.

O pastor Marcos de Souza Borges, mais conhecido como Coty, usou o Twitter para questionar o posicionamento do papa Francisco, visto que a oposição ao aborto é um tema que irmana cristãos católicos e cristãos evangélicos: “Alguém sabe qual a opinião do Papa argentino sobre a aprovação do aborto pelo Congresso no seu país?”, questionou.

A aprovação pelos deputados, na última sexta-feira, 11 de dezembro, foi marcada por cenas lamentáveis de mulheres pró-aborto comemorando a decisão dos parlamentares em frente à Casa Rosada, sede do governo argentino em Buenos Aires, como se fosse um gol durante uma final de Copa do Mundo.

De acordo com informações da revista Veja, o cenário no Senado não é tão favorável à aprovação da legalização do aborto. Assim como em 2018, os ocupantes da Câmara Alta tendem a ser contrários, com pelo menos 34 senadores contrários ao projeto, contra 32 manifestamente favoráveis. Os quatro senadores indecisos sobre o tema devem ser decisivos para o desfecho.





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